2012-10-01
nutrinews - Lixo na cozinha - Como reduzir o impacto ambiental. Por Miriam Temperani
O lixo é tido com um dos maiores problema da sociedade moderna. Quando não Possui gerenciamento adequado, o impacto ambiental que os resíduos industriais e residenciais causam, principalmente na grandes cidades, é imenso e tra consequências ambientais, sociais e até de saúde pública. O descarte inadequado causa contaminação se solos, subsolos, enchentes, erosão e poluição.Os dados são alarmante: no mundo são produzidos cerca de dois milhões de toneladas por ano. Os Estados unidos sozinhos geram 230 milhões de toneladas por ano, enquanto a América Latina produz 100 milhões de toneladas. Se somarmos o lixo produzido pelos Estados unidos, Canadá e os países ocidentais da Europa estima-se que gerem 56% do total mundial. E a quantidade descartada está diretamente ligada a fatores socioeconômicos. Nos países ricos, a média é a produção de 1,9 Kg por pessoa, podendo chegar a 2 Kg. Nos países pobres, os números variam de 300 gramas a 1 Kg por pessoa mais ou menos.
Em 2010, foram produzidas 195 mil toneladas de lixo por dia no Brasil, totalizando 60,8 milhões de toneladas no ano, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe). Desse total, cerca de 10% nem sequer foram coletados, indo parar em terrenos baldios, ruas, rios e corregos. O estado que mais produz lixo é São Paulo, com cerca de 14 mil toneladas de resíduos por dia. Em poucos anos, as cidades de São Paulo, Rio de Janeito, Belo Horizonte e Curitiba não mais terão como receber os resíduos em seus aterros. Os resíduos orgânicos representam 69% do total descartado no País. São 14 milhões de tonelada de sobras de alimentos segundo o Ministério da Agricultura, por procedimentos inadequados durante a produção, industrialização, armazenagem, transporte e distribuição. Poderiam se alimentados 19 milhões de pessoas diariamente com as sobras desperdiçadas.
Rejeito Zero
O mais importante descarte nesse contexto é o do resíduo orgânico. Quando mantido perto das cozinhas podem trazer o aumento de insetos, roedores, além de mau cheiro. Após a lei instituída, houve na necessidade da separação só que é reciclável e do que não pode ser reaproveitado, chamado de rejeito. A lei proporcionou também aconscientização por parte dos gestores dessas áreas, como nutricionistas , gastrônomos, chefes de cozinha e todos os demais colaboradores.
O presidente da Topema, Nelson Ferras Cury, atenta para o fato que em 2014 nã será mais permitido o descarte desses resíduos em aterros sanitários. "Quem não tiver um destino para seus resíduos pagara um preço alto. Para que as cozinhas industriais e comerciais façam corretamente seus descartes, deverão planejar uma responsabilidade compartilhada entre empresas, governo e população", esclarece Nelson
O tratamento do lixo pode facilitar o trabalho, poi não se faz necessária a instalaçãp de câmaras frigoríficas, melhora o fluxo dentro da cozinha e o aproveitamento de espaços ociosos, sem falar da redução do custo operacional, explica Ronaldo.
Já o diretos da Topema, Nelson F. Cury, defende que inicialmente há que se quebrar os paradigmas quanto ao investimento em equipamentos ecoeficientes. "Solicitar visita técnica para avaliação de sua cozinha, para que sejam identificadas as oportunidade e apresentação de um comparativo com a situação atuaç e as soluções é o primeiro passo", recomenda.
Outras empresas também apresentam soluções para descarte de lixo. Este é o caso da Topema, que comercializa a processadora de resíduos orgânico da sua linha Eco, um equipamento que oferece uma poderosa ajuda para redução do volume de lixo orgânico descartado nos aterros sanitários e gases tóxicos emitidos deles. Além da redução dos custos fixos. As vantagens do uso desse equipamento, segundo o diretor da empresa, são: a redução dos custos operacionais com funcionários e taxas de coleta, transformação de lixo orgânico em adubo 100% natural, compactação do volume dos detritos descartados para 10% do volume inicial.
Cury ainda ressalta que o equipamento é 100% ambiental, pois não uso água nem enzimas.
E seu restaurante, como está equacionado a questão do lixo? Ainda é tempo de pensar no assunto. O planeta agradeçe.
Em 2010, foram produzidas 195 mil toneladas de lixo por dia no Brasil, totalizando 60,8 milhões de toneladas no ano, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe). Desse total, cerca de 10% nem sequer foram coletados, indo parar em terrenos baldios, ruas, rios e corregos. O estado que mais produz lixo é São Paulo, com cerca de 14 mil toneladas de resíduos por dia. Em poucos anos, as cidades de São Paulo, Rio de Janeito, Belo Horizonte e Curitiba não mais terão como receber os resíduos em seus aterros. Os resíduos orgânicos representam 69% do total descartado no País. São 14 milhões de tonelada de sobras de alimentos segundo o Ministério da Agricultura, por procedimentos inadequados durante a produção, industrialização, armazenagem, transporte e distribuição. Poderiam se alimentados 19 milhões de pessoas diariamente com as sobras desperdiçadas.
Rejeito Zero
O mais importante descarte nesse contexto é o do resíduo orgânico. Quando mantido perto das cozinhas podem trazer o aumento de insetos, roedores, além de mau cheiro. Após a lei instituída, houve na necessidade da separação só que é reciclável e do que não pode ser reaproveitado, chamado de rejeito. A lei proporcionou também aconscientização por parte dos gestores dessas áreas, como nutricionistas , gastrônomos, chefes de cozinha e todos os demais colaboradores.
O presidente da Topema, Nelson Ferras Cury, atenta para o fato que em 2014 nã será mais permitido o descarte desses resíduos em aterros sanitários. "Quem não tiver um destino para seus resíduos pagara um preço alto. Para que as cozinhas industriais e comerciais façam corretamente seus descartes, deverão planejar uma responsabilidade compartilhada entre empresas, governo e população", esclarece Nelson
O tratamento do lixo pode facilitar o trabalho, poi não se faz necessária a instalaçãp de câmaras frigoríficas, melhora o fluxo dentro da cozinha e o aproveitamento de espaços ociosos, sem falar da redução do custo operacional, explica Ronaldo.
Já o diretos da Topema, Nelson F. Cury, defende que inicialmente há que se quebrar os paradigmas quanto ao investimento em equipamentos ecoeficientes. "Solicitar visita técnica para avaliação de sua cozinha, para que sejam identificadas as oportunidade e apresentação de um comparativo com a situação atuaç e as soluções é o primeiro passo", recomenda.
Outras empresas também apresentam soluções para descarte de lixo. Este é o caso da Topema, que comercializa a processadora de resíduos orgânico da sua linha Eco, um equipamento que oferece uma poderosa ajuda para redução do volume de lixo orgânico descartado nos aterros sanitários e gases tóxicos emitidos deles. Além da redução dos custos fixos. As vantagens do uso desse equipamento, segundo o diretor da empresa, são: a redução dos custos operacionais com funcionários e taxas de coleta, transformação de lixo orgânico em adubo 100% natural, compactação do volume dos detritos descartados para 10% do volume inicial.
Cury ainda ressalta que o equipamento é 100% ambiental, pois não uso água nem enzimas.
E seu restaurante, como está equacionado a questão do lixo? Ainda é tempo de pensar no assunto. O planeta agradeçe.
Nenhum comentário:
Postar um comentário